sexta-feira, 30/10/2026

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Homem acusado de matar cunhado a pedradas é detido após ser agredido por moradores em Teresina

Uma tragédia abalou a Comunidade São João Batista, no bairro Nova Teresina, quando um desentendimento entre cunhados terminou em morte. O suspeito de cometer o crime, Adriano da Silva Brito, foi preso em flagrante…

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Uma tragédia abalou a Comunidade São João Batista, no bairro Nova Teresina, quando um desentendimento entre cunhados terminou em morte. O suspeito de cometer o crime, Adriano da Silva Brito, foi preso em flagrante após ser agredido por pessoas próximas à vítima, Carlos Henrique do Nascimento. O incidente ocorreu na terça-feira, 27 de setembro, mesmo dia em que o corpo de Carlos foi encontrado.

De acordo com informações do Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), coordenado pelo delegado Francisco Baretta, a prisão de Adriano se deu em meio a um clima de tensão e revolta. Após ser espancado, ele foi levado ao Hospital de Urgência de Teresina (HUT) e, após receber atendimento, foi encaminhado ao DHPP para a formalização da prisão.

As circunstâncias que levaram à briga ainda estão sob investigação. O delegado Baretta destacou que tanto Carlos quanto Adriano tinham histórico de consumo de drogas, o que pode ter contribuído para a escalada da violência. “Imagina a situação: duas pessoas, em um momento de descontração, ingerindo bebidas e com um histórico problemático. Isso cria um cenário propenso para conflitos que podem acabar em tragédias”, comentou o delegado.

A briga teria começado na segunda-feira, 26 de setembro, quando os dois estavam consumindo álcool. Após uma discussão, Carlos retornou para casa em busca de um facão, mas foi atingido por uma pedrada na cabeça. Mesmo ferido, ele tentou voltar para casa, mas não resistiu e faleceu horas depois. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi chamado, mas já encontrou a vítima sem vida.

Agora, além de apurar o homicídio, a polícia também está em busca de informações sobre quem agrediu Adriano e as condições desse espancamento. O inquérito policial deve ser concluído em até dez dias, conforme determinação do Poder Judiciário.