Keilon Frageli da Silva, principal suspeito da morte da estudante Laurinda Maria Fortaleza Delfino, foi preso nesta sexta-feira (16) em Salete, Santa Catarina. Ele estava foragido desde o crime brutal que ocorreu em março de 2025, na cidade de Pio IX, no Sul do Piauí.
De acordo com a Polícia Civil, Keilon estrangulou a jovem de 15 anos para evitar que ela revelasse um relacionamento extraconjugal que mantinham. A morte de Laurinda foi confirmada por um laudo do Instituto Médico Legal, que apontou asfixia mecânica como a causa do óbito.
A prisão aconteceu após uma operação da Polícia Militar, que encontrou Keilon escondido no forro de um galpão agrícola. Após uma negociação, ele se entregou e foi levado sob custódia. O caso remete a um crime que chocou a comunidade, com detalhes que revelam a gravidade da situação. Laurinda foi encontrada morta no dia 7 de março de 2025, em uma casa na zona rural de Pio IX, com indícios de luta e vestígios de bebidas alcoólicas no local.
Na investigação, um adolescente de 16 anos foi apreendido por supostamente ter intermediado o encontro entre Laurinda e Keilon. Ele alegou estar dormindo durante o crime e responsabilizou Keilon. Segundo o delegado Rodrigo Morais, a motivação do assassinato estaria ligada a ameaças da jovem de tornar pública a relação deles, o que levou Keilon a cometer o ato trágico.
Curiosamente, após o crime, Keilon se apresentou à polícia, mas foi liberado por falta de provas. Ele havia ido à delegacia, alegando que os rumores sobre sua participação o incomodavam. Na ocasião, não havia elementos que o ligassem ao crime, e ele se comprometeu a trazer seu celular para investigação, mas não o fez.
Com a recente prisão em Santa Catarina, Keilon foi transferido para o Presídio Regional de Rio do Sul, onde aguardará os desdobramentos do caso. A comunidade que acompanhou o desenrolar dessa história espera agora por justiça para Laurinda e sua família, que ainda enfrenta a dor dessa perda irreparável.
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